“SENTIR” A PRESENÇA DE DEUS"“Fale com Ele”
”Eu vivo, mas já não sou eu que vivo, pois é Cristo que vive em mim” (Gal 2,20)
Neste mês do ano celebrativo concentraremos nossa atenção espiritual na presença de Deus em nossa vida contemplando o ícone, escolhido por pe. Ottorino, de Jesus com o rosto sorridente e, na cabeça, com a coroa de espinhos que... está florescendo. Debaixo do ícone, pe. Ottorino mandou escrever o convite dirigido a cada um de nós: “Fale com Ele” para lembrar-nos que Ele está sempre presente e vivo em nós e entre nós, pronto para ajudar-nos.
O texto bíblico a ser traduzido em vida concreta é o de Paulo na carta aos Gálatas: ”Eu vivo, mas já não sou eu que vivo, pois é Cristo que vive em mim”. Nesta expressão está contida a experiência da presença de Cristo na vida de Paulo, vivida com uma tamanha identificação com a vida de Jesus, que lhe faz “sentir” que seu eu se tornou uma coisa só com o eu de Cristo. É uma linguagem mística, à primeira vista difícil de entender, mas que descreve o que acontece em cada batizado, que está totalmente imergido em Cristo e identificado com Ele. Porém não basta ser batizados. O sacramento, certamente, nos dá toda a graça da presença de Cristo e, nEle, da Trindade; mas ela deve penetrar na profundeza de nosso ser para que possa ser “sentida” como parte integrante da própria realidade pessoal. Isso acontece quando começamos um sério caminho espiritual, que nos permite alcançar a profunda união com Deus. Neste caso o “sentir” sua presença é muito mais do que um fato emotivo, é tornar-se ‘um’ com Ele.
Pe. Ottorino compara esta relação com Cristo com a de um casal que, nos momentos de intimidade e de diálogo, no começo e no término de cada dia, mantém viva a unidade entre ele, que permanecerá inalterada também quando estiverem longe um do outro no meio das atividades quotidianas. Pe. Ottorino afirma que Jesus deve ser, para nós, uma pessoa “sempre presente”, “conhecida”, “amada”, “seguida incondicionalmente” (ver texto abaixo). Esta busca contínua de viver à presença de Jesus em nós e entre nós é a que nos transforma nEle, tornando-nos o “Cristo vivente”. Então, realizar-se-á uma “fusão com o Cristo”, de modo que não seremos mais nós, mas o Cristo através de nós, a cumprir Sua missão no meio dos homens.
Como viver, então, a Palavra do Empenho de Vida deste mês?
Parando para contemplar na meditação da manhã e nos cinco minutos da noite, o ícone do “Fale com Ele”, para que seja sempre mais Ele a viver em nós.
A presença de Deus em sua vida
Você deve sentir a presença de Deus em sua vida. Jesus, para você, deve tornar-se uma pessoa sempre presente, conhecida, amada, seguida incondicionalmente. Deve senti-Lo com você de manhã logo que abrir os olhos ao novo dia e deve cumprimentá-lo com alegria, como o esposo cumprimenta a esposa ao acordar. Deve informá-Lo e questioná-Lo sobre o teu trabalho apostólico. De Sua luz devem vir os teus pensamentos, palavras e ações. À noite, com Ele encerrará o dia, na intimidade de seu quarto. Se você não conseguir ter tamanho íntimo contato com Cristo, vivendo em estreita união com Ele até poder afirmar com Paulo ”Eu vivo, mas já não sou eu que vivo, pois é Cristo que vive em mim” (Gal 2,20), não será o Cristo vivente e, portanto, comprometerá sua missão entre os irmãos. Todo o resto é válido, útil e necessário, somente se esforça-te para realizar esta fusão com o Cristo amado, vivido e ardentemente desejado). (Pe. Ottorino, 4º testamento)
”Eu vivo, mas já não sou eu que vivo, pois é Cristo que vive em mim” (Gal 2,20)
Neste mês do ano celebrativo concentraremos nossa atenção espiritual na presença de Deus em nossa vida contemplando o ícone, escolhido por pe. Ottorino, de Jesus com o rosto sorridente e, na cabeça, com a coroa de espinhos que... está florescendo. Debaixo do ícone, pe. Ottorino mandou escrever o convite dirigido a cada um de nós: “Fale com Ele” para lembrar-nos que Ele está sempre presente e vivo em nós e entre nós, pronto para ajudar-nos.
O texto bíblico a ser traduzido em vida concreta é o de Paulo na carta aos Gálatas: ”Eu vivo, mas já não sou eu que vivo, pois é Cristo que vive em mim”. Nesta expressão está contida a experiência da presença de Cristo na vida de Paulo, vivida com uma tamanha identificação com a vida de Jesus, que lhe faz “sentir” que seu eu se tornou uma coisa só com o eu de Cristo. É uma linguagem mística, à primeira vista difícil de entender, mas que descreve o que acontece em cada batizado, que está totalmente imergido em Cristo e identificado com Ele. Porém não basta ser batizados. O sacramento, certamente, nos dá toda a graça da presença de Cristo e, nEle, da Trindade; mas ela deve penetrar na profundeza de nosso ser para que possa ser “sentida” como parte integrante da própria realidade pessoal. Isso acontece quando começamos um sério caminho espiritual, que nos permite alcançar a profunda união com Deus. Neste caso o “sentir” sua presença é muito mais do que um fato emotivo, é tornar-se ‘um’ com Ele.
Pe. Ottorino compara esta relação com Cristo com a de um casal que, nos momentos de intimidade e de diálogo, no começo e no término de cada dia, mantém viva a unidade entre ele, que permanecerá inalterada também quando estiverem longe um do outro no meio das atividades quotidianas. Pe. Ottorino afirma que Jesus deve ser, para nós, uma pessoa “sempre presente”, “conhecida”, “amada”, “seguida incondicionalmente” (ver texto abaixo). Esta busca contínua de viver à presença de Jesus em nós e entre nós é a que nos transforma nEle, tornando-nos o “Cristo vivente”. Então, realizar-se-á uma “fusão com o Cristo”, de modo que não seremos mais nós, mas o Cristo através de nós, a cumprir Sua missão no meio dos homens.
Como viver, então, a Palavra do Empenho de Vida deste mês?
Parando para contemplar na meditação da manhã e nos cinco minutos da noite, o ícone do “Fale com Ele”, para que seja sempre mais Ele a viver em nós.
A presença de Deus em sua vida
Você deve sentir a presença de Deus em sua vida. Jesus, para você, deve tornar-se uma pessoa sempre presente, conhecida, amada, seguida incondicionalmente. Deve senti-Lo com você de manhã logo que abrir os olhos ao novo dia e deve cumprimentá-lo com alegria, como o esposo cumprimenta a esposa ao acordar. Deve informá-Lo e questioná-Lo sobre o teu trabalho apostólico. De Sua luz devem vir os teus pensamentos, palavras e ações. À noite, com Ele encerrará o dia, na intimidade de seu quarto. Se você não conseguir ter tamanho íntimo contato com Cristo, vivendo em estreita união com Ele até poder afirmar com Paulo ”Eu vivo, mas já não sou eu que vivo, pois é Cristo que vive em mim” (Gal 2,20), não será o Cristo vivente e, portanto, comprometerá sua missão entre os irmãos. Todo o resto é válido, útil e necessário, somente se esforça-te para realizar esta fusão com o Cristo amado, vivido e ardentemente desejado). (Pe. Ottorino, 4º testamento)









Introdução
